Impacto Centurium®

Impacto Centurium®

Problema

Problema

A educação representa um fator crucial no desenvolvimento pessoal, social e profissional de cada indivíduo, sendo que o processo educativo ocorre através das instituições família e escola. Sendo este um processo multidimensional, e apesar de todos os esforços e reformulações que a educação tem sofrido, existe um conjunto de desafios que condicionam o sucesso educativo e social das crianças e jovens. Exemplo disso é a falta de engagement, motivação, interesse e vinculação destas crianças e jovens face ao processo educativo, o que contribui diretamente para o insucesso e/ou absentismo e/ou abandono escolar.

A pandemia de COVID-19, particularmente por força do encerramento das escolas e da passagem do ensino para meios digitais, acentuou ainda mais as problemáticas associadas à educação e aumentou as desigualdades existentes. Segundo o relatório “O impacto da COVID-19 na Educação”, da OCDE, os estudantes “(…) que têm menos resiliência e motivação para aprenderem por si próprios são os que estão mais em risco de ficar para trás”.

O Centurium® considera esta falta de engagement, motivação, interesse e vinculação por parte das crianças e jovens face ao processo educativo um problema social, sobre o qual urge intervir.

Este problema social é importante porque:

Este problema social é importante porque:

É global, comum a diversos contextos e grupos sociais.
Segundo a literatura, “Learning is a complicated and dynamic process, and learning in real sense gets completed through motivation. (…) However, students may sometimes lose their willingness and interest towards lesson, which puts a major barrier in front of effective language learning” (Dislen, 2013). Por exemplo, o relatório Research Report on ELVET (2019), realizado através da análise a 6 países europeus, identifica “Sense of belonging: Alienation and decreased levels of participation in school have been associated with increased likelihood of dropout (53% adequately)” e “Lack of motivation: Students without motivation to study are more likely to drop out of school” enquanto problemáticas que geram abandono escolar. Assim, o problema social é reconhecido a nível global, assim como as suas causas e efeitos tendem a ser comuns. Sem resolução, o problema social continuará a afetar a totalidade da população que lida com o mesmo.

E tem custos para a sociedade: o problema social traduz-se em consequências graves a nível pessoal e social que poderão refletir-se em incapacidade profunda de adaptação à mudança. Se as crianças e jovens – futuro das sociedades – se mantiverem com baixos níveis de engagement, motivação, interesse e vinculação face ao processo educativo, aliado a competências transversais pouco desenvolvidas, o sucesso do seu percurso escolar estará condicionado e, como tal, as suas perspetivas atuais e futuras também.

De uma forma mais concreta, cada vez mais nos deparamos com:
– Elevados níveis de insucesso escolar e/ou absentismo e/ou abandono escolar;
– Ausência de competências e práticas não formais e informais;
– Desconhecimento, desmotivação e desinteresse em integrar atividades não formais e informais que contribuam para o desenvolvimento educativo, pessoal e social;
– Incapacidade de reconhecer interesses e objetivos pessoais e de traçar metas futuras;
– Identidade pessoal e social desfragmentada, sem sentimento de pertença e de relação comunitária e educativa;
– Baixa participação social;
– Integração em caminhos desviantes;
– Estigmatização social;
– Adoção de comportamentos antissociais e de isolamento face à sociedade.

Reflexo disso são as elevadas taxas de insucesso e de abandono escolar: segundo o PORDATA, em 2019, 10,6% dos jovens portugueses entre os 18-24 anos abandonaram o percurso escolar precocemente (acima da média da UE27: 10,2%). Já a taxa de retenção para o ano letivo de 2018/2019 foi de 8,3%, valores igualmente elevados face à média europeia. Isto tende a gerar, mais tarde, taxas de exclusão social e de desemprego jovem igualmente elevadas – que se têm intensificado com a COVID-19.

O futuro destas crianças e jovens poderá estar comprometido a vários níveis:
a) Social:
– Aumento da exclusão social, da vulnerabilidade social e das desigualdades sociais;
– Gerações jovens sem relação comunitária, sem identidade e sem sensibilidade para os problemas sociais; cada vez menos capacitadas para a adaptação à evolução social; cada vez menos participativas e ativas na cidadania; com poucas capacidades críticas e resilientes, que lhes permitam adotar uma atitude proactiva na construção do seu próprio futuro.

b) Económico:
– Aumento dos custos para a sociedade: e.g. serão mais os jovens e adultos com dificuldade de integração laboral e com necessidade de apoio através de rendimentos públicos; serão mais os gastos no setor da saúde para apoio aos jovens e adultos com problemas do foro psicológico (devido à quebra relacional, à solidão, à depressão); serão mais os gastos relacionados com medidas de prevenção e de resolução dos efeitos graves do problema social; serão mais os jovens em situação de dependência financeira, nomeadamente ao nível familiar e com saída tardia da casa dos pais; entre outros gastos elevados para a sociedade.

c) Laboral:
– Aumento do desemprego jovem e/ou precariedade laboral (que tendem a agravar-se como a pandemia);
– Aumento dos casos de burnout (pela incapacidade de adaptação e resistência ao stress);
– Aumento da desadequação do perfil dos jovens à saída da escolaridade obrigatória, não se encontrando com as competências necessárias à integração no mercado de trabalho;
– Diminuição da produtividade laboral.

d) Cultural:
– Aumento da discriminação social;
– Aumento do preconceito e do estereótipo;

Neste sentido, sem intervenção, este problema social apresenta custos pessoais, sociais, económicos e profissionais elevados para a sociedade, dadas as suas consequências negativas.

É global, comum a diversos contextos e grupos sociais.
Segundo a literatura, “Learning is a complicated and dynamic process, and learning in real sense gets completed through motivation. (…) However, students may sometimes lose their willingness and interest towards lesson, which puts a major barrier in front of effective language learning” (Dislen, 2013). Por exemplo, o relatório Research Report on ELVET (2019), realizado através da análise a 6 países europeus, identifica “Sense of belonging: Alienation and decreased levels of participation in school have been associated with increased likelihood of dropout (53% adequately)” e “Lack of motivation: Students without motivation to study are more likely to drop out of school” enquanto problemáticas que geram abandono escolar. Assim, o problema social é reconhecido a nível global, assim como as suas causas e efeitos tendem a ser comuns. Sem resolução, o problema social continuará a afetar a totalidade da população que lida com o mesmo.

E tem custos para a sociedade: o problema social traduz-se em consequências graves a nível pessoal e social que poderão refletir-se em incapacidade profunda de adaptação à mudança. Se as crianças e jovens – futuro das sociedades – se mantiverem com baixos níveis de engagement, motivação, interesse e vinculação face ao processo educativo, aliado a competências transversais pouco desenvolvidas, o sucesso do seu percurso escolar estará condicionado e, como tal, as suas perspetivas atuais e futuras também.

De uma forma mais concreta, cada vez mais nos deparamos com:
– Elevados níveis de insucesso escolar e/ou absentismo e/ou abandono escolar;
– Ausência de competências e práticas não formais e informais;
– Desconhecimento, desmotivação e desinteresse em integrar atividades não formais e informais que contribuam para o desenvolvimento educativo, pessoal e social;
– Incapacidade de reconhecer interesses e objetivos pessoais e de traçar metas futuras;
– Identidade pessoal e social desfragmentada, sem sentimento de pertença e de relação comunitária e educativa;
– Baixa participação social;
– Integração em caminhos desviantes;
– Estigmatização social;
– Adoção de comportamentos antissociais e de isolamento face à sociedade.

Reflexo disso são as elevadas taxas de insucesso e de abandono escolar: segundo o PORDATA, em 2019, 10,6% dos jovens portugueses entre os 18-24 anos abandonaram o percurso escolar precocemente (acima da média da UE27: 10,2%). Já a taxa de retenção para o ano letivo de 2018/2019 foi de 8,3%, valores igualmente elevados face à média europeia. Isto tende a gerar, mais tarde, taxas de exclusão social e de desemprego jovem igualmente elevadas – que se têm intensificado com a COVID-19.

O futuro destas crianças e jovens poderá estar comprometido a vários níveis:
a) Social:
– Aumento da exclusão social, da vulnerabilidade social e das desigualdades sociais;
– Gerações jovens sem relação comunitária, sem identidade e sem sensibilidade para os problemas sociais; cada vez menos capacitadas para a adaptação à evolução social; cada vez menos participativas e ativas na cidadania; com poucas capacidades críticas e resilientes, que lhes permitam adotar uma atitude proactiva na construção do seu próprio futuro.

b) Económico:
– Aumento dos custos para a sociedade: e.g. serão mais os jovens e adultos com dificuldade de integração laboral e com necessidade de apoio através de rendimentos públicos; serão mais os gastos no setor da saúde para apoio aos jovens e adultos com problemas do foro psicológico (devido à quebra relacional, à solidão, à depressão); serão mais os gastos relacionados com medidas de prevenção e de resolução dos efeitos graves do problema social; serão mais os jovens em situação de dependência financeira, nomeadamente ao nível familiar e com saída tardia da casa dos pais; entre outros gastos elevados para a sociedade.

c) Laboral:
– Aumento do desemprego jovem e/ou precariedade laboral (que tendem a agravar-se como a pandemia);
– Aumento dos casos de burnout (pela incapacidade de adaptação e resistência ao stress);
– Aumento da desadequação do perfil dos jovens à saída da escolaridade obrigatória, não se encontrando com as competências necessárias à integração no mercado de trabalho;
– Diminuição da produtividade laboral.

d) Cultural:
– Aumento da discriminação social;
– Aumento do preconceito e do estereótipo;

Neste sentido, sem intervenção, este problema social apresenta custos pessoais, sociais, económicos e profissionais elevados para a sociedade, dadas as suas consequências negativas.

O Programa Educativo Centurium® surge com o objetivo de

solucionar o problema social identificado, tendo como base uma
abordagem metodológica diferenciada e inovadora, com potencial
transformador no âmbito da educação.

O Programa Educativo Centurium® surge com o objetivo de solucionar o problema social identificado, tendo como base uma abordagem metodológica diferenciada e inovadora, com potencial transformador no âmbito da educação.

Saber mais

É através da Academia Social Centurium® que as crianças e jovens

capacitados se tornam responsáveis pela transferência das competências
e práticas aprendidas para a comunidade. Conquistam assim o seu meio
pelo seu testemunho e pela motivação que geram.

É através da Academia Social Centurium® que as crianças e jovens capacitados se tornam responsáveis pela transferência das competências e práticas aprendidas para a comunidade. Conquistam assim o seu meio pelo seu testemunho e pela motivação que geram.

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Testemunhos

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